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Prosa breve, correspondência, entrevistas e teatro

por José Dias Sancho ; coordenação científica de Sílvia Quinteiro ; editoras Sílvia Quinteiro e Maria José Marques ; assistente de edição Ana Cláudia Silva ; projeto editorial Município de São Brás de Alportel, Universidade do Algarve
Autor principal: Sancho, José Dias, 1898-1929, Autor / Co-autorAutor secundário: Quinteiro, Sílvia, Editor literário / Coordenador;Marques, Maria José, Editor literário / Coordenador;Silva, Ana Cláudia, Editor literário / CoordenadorColectividade-autor (secundária): Município de São Brás de Alportel, Gestor de projeto;Universidade do Algarve, Gestor de projetoIdioma: Português ; da obra original, PortuguêsPaís: PortugalPublicação: Braga : Opera Omnia , 2023Descrição: 253 p.ISBN: 9789898858993 Coleção: Obras de José Dias Sancho, VINota de conteúdo: Contém as peças de teatro: A ceia dos cábulas, Palmadinha nos carecas, Serenata de Mefistófeles e Ritual do amor Contém as entrevistas a: José Pacheco, José de Almada Negreiros, Dr. Fernando Lopes, Tomás Téran, Ruy Coelho e Carlos Porfírio Resumo: Saber rir é difícil, mas saber sorrir é mais difícil ainda. Um sorriso imortalizou uma tela, Gioconda. Um sorriso definiu um temperamento, Voltaire. Acutilante umas vezes, carinhoso outras, enlouquecedor, cheio de promessas quando nos fala de amor. O sorriso é o filtro mágico da expressão, da sedução, do encanto, sobretudo quando o iluminam uns lábios vermelhos e frescos de mulher. Sorrir é fazer debruçar-se a alma dos lábios, com tudo o que ela tem de misterioso e de divino. Sorrir é sublinhar de luz uma intenção. Há sorrisos de crianças que são clarões de luar. Há sorrisos de mulher que lembram madrugadas de oiro. Há sorrisos esfíngicos e parados que são portas abertas para o Mistério de certas psicologias. Na sua linguagem muda, o sorriso diz tudo o que as circunstâncias obrigam a calar. Quantas vezes o melhor comentário de um facto não é um sorriso a tempo? Sarcástico, piedoso, terno, o sorriso é sempre o espírito que se revela aladamente, subtilmente, com um perfume.Assunto - Nome geográfico: São Brás de Alportel -- sátira social -- literatura
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Contém as peças de teatro: A ceia dos cábulas, Palmadinha nos carecas, Serenata de Mefistófeles e Ritual do amor

Contém as entrevistas a: José Pacheco, José de Almada Negreiros, Dr. Fernando Lopes, Tomás Téran, Ruy Coelho e Carlos Porfírio

Saber rir é difícil, mas saber sorrir é mais difícil ainda. Um sorriso imortalizou uma tela, Gioconda. Um sorriso definiu um temperamento, Voltaire. Acutilante umas vezes, carinhoso outras, enlouquecedor, cheio de promessas quando nos fala de amor. O sorriso é o filtro mágico da expressão, da sedução, do encanto, sobretudo quando o iluminam uns lábios vermelhos e frescos de mulher. Sorrir é fazer debruçar-se a alma dos lábios, com tudo o que ela tem de misterioso e de divino. Sorrir é sublinhar de luz uma intenção. Há sorrisos de crianças que são clarões de luar. Há sorrisos de mulher que lembram madrugadas de oiro. Há sorrisos esfíngicos e parados que são portas abertas para o Mistério de certas psicologias. Na sua linguagem muda, o sorriso diz tudo o que as circunstâncias obrigam a calar. Quantas vezes o melhor comentário de um facto não é um sorriso a tempo? Sarcástico, piedoso, terno, o sorriso é sempre o espírito que se revela aladamente, subtilmente, com um perfume.

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