Maria Adelaide
por M. Teixeira Gomes
Idioma: PortuguêsPaís: PortugalPublicação: [Lisboa] : A bela e o monstro : Rapsódia final : Público, cop. 2023Descrição: 207, [2] p.ISBN: 9789899131224Coleção: Biblioteca da censura, 20Resumo: Esta obra foi apreendida e proibida pela Direção dos Serviços de Censura da Polícia Internacional e de Defesa do Estado (P.I.D.E.), em 1938. Atualmente esta obra é vista como um belíssimo romance de amor, escrito em Bougie, entre maio e junho de 1937, é muito mais autobiográfico do que aparenta. Maria Adelaide é um ajuste de contas com a sua própria vida sentimental e familiar. O narrador confunde-se com o autor na sua vivência conturbada com a mãe das filhas. As coincidências são intencionais. O eixo deste romance é o nascimento da paixão, a agonia e o fim da relação entre Maria Adelaide, filha do povo, e Ramiro D’ Arge, burguês algarvio. No início, o leitor é sub-repticiamente informado de que as duas personagens não reuniam condições comuns para um desenlace feliz. Texto tipicamente algarvio, pitoresco, fácil, buscando nas superstições, nos pasmos religiosos, nos rituais pagãos, na expressão da mentalidade ribeirinha… Possui todos os matizados, todas as cores que o olho humano distingue. O ouro da costa algarvia, o sol de inverno ligeiramente frio, através dos “pincéis” deste grande epicurista. Teixeira Gomes dissolve e recria na escrita, de forma insuperável, as paisagens e as vidas que emocionam e comovem. Esta obra é um deslumbre para os sentidos, onde há uma preocupação em escrever não só para o leitor académico, mas essencialmente para o grande público, dando a conhecer as múltiplas facetas do homem que procura captar a vida pulsante e a paixão que o animara.Assunto - Forma: Capa -- Castanha | Lombada -- Castanha| Imagem da capa | Tipo de documento | Biblioteca | Biblioteca de inscrição | Coleção | Localização | Cota | Materiais especificados | Informação volume | URL | Número de cópia | Estado | Notas | Data de devolução | Código de barras | Reservas | Prioridade da lista de reserva | Reservas de curso | |
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Livro
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Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | FL 8GOMES 8LP-3 (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | E00301057187 |
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| FL 8DUARTE 8LP-1 Gralhas | FL 8DUARTE 8LP-94 Até onde fui por amor | FL 8GOMES 8LP.09 Man Manuel Teixeira Gomes, a vida e a obra | FL 8GOMES 8LP-3 Maria Adelaide | FL 8JUDICE 8LP-1 Poesia futurista Portuguesa, Faro, 1916-1917 | FL 8JÚDICE 8LP-1 A pura inscrição do amor | FL 8JÚDICE 8LP-1 O mistério da beleza , Ringue |
Reprodução facsimilada. Originariamente publicada: Lisboa: «Seara Nova», 1938.
Esta obra foi apreendida e proibida pela Direção dos Serviços de Censura da Polícia Internacional e de Defesa do Estado (P.I.D.E.), em 1938.
Atualmente esta obra é vista como um belíssimo romance de amor, escrito em Bougie, entre maio e junho de 1937, é muito mais autobiográfico do que aparenta. Maria Adelaide é um ajuste de contas com a sua própria vida sentimental e familiar. O narrador confunde-se com o autor na sua vivência conturbada com a mãe das filhas. As coincidências são intencionais. O eixo deste romance é o nascimento da paixão, a agonia e o fim da relação entre Maria Adelaide, filha do povo, e Ramiro D’ Arge, burguês algarvio. No início, o leitor é sub-repticiamente informado de que as duas personagens não reuniam condições comuns para um desenlace feliz. Texto tipicamente algarvio, pitoresco, fácil, buscando nas superstições, nos pasmos religiosos, nos rituais pagãos, na expressão da mentalidade ribeirinha… Possui todos os matizados, todas as cores que o olho humano distingue. O ouro da costa algarvia, o sol de inverno ligeiramente frio, através dos “pincéis” deste grande epicurista. Teixeira Gomes dissolve e recria na escrita, de forma insuperável, as paisagens e as vidas que emocionam e comovem. Esta obra é um deslumbre para os sentidos, onde há uma preocupação em escrever não só para o leitor académico, mas essencialmente para o grande público, dando a conhecer as múltiplas facetas do homem que procura captar a vida pulsante e a paixão que o animara.
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