Está tudo bem não estar tudo bem
por Megan Devine ; trad. de Carmo Vasconcelos Romão
Variant Title:- It's ok that you're not ok : meeting grief and loss in a culture that doesn't understand
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Livro
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Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | 159.942 Dev (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | E00301068590 | |||||||||||||
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Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | 159.942 Dev (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | E00301067993 |
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Quando uma perda dolorosa ou um evento grave abala a nossa vida, a primeira coisa que temos de saber é que não há nada de errado nisso: «A dor é pura e simplesmente o amor na sua forma mais selvagem e dura, uma resposta natural e sã à perda.» Então, porque é que a nossa cultura procura ignorar a dor e trata o luto como uma doença que tem de ser curada, de preferência o mais rapidamente possível?
Tendo experimentado o luto de ambos os lados - como terapeuta e como mulher que testemunhou o afogamento acidental do seu amado companheiro - Megan Devine escreveu um livro com profundo conhecimento sobre as verdades não ditas da perda, do amor e da cura.
Existem coisas que não podem ser corrigidas. Apenas podem ser levadas. Está Tudo Bem Não Estar Tudo Bem encoraja-nos a vermos o nosso luto como uma resposta natural à morte e à perda, em vez de uma condição anómala que necessita de correção. Mudando o foco do luto como um problema a ser resolvido para uma experiência que temos de viver, oferece-nos a possibilidade de compreensão, compaixão, legitimidade e, sobretudo, um caminho através da dor.
Todos vamos experimentar durante a vida um profundo pesar pela perda de alguém. A perda é uma experiência universal.
Este livro dá-lhe permissão para sentir o que sente, fazer o que faz e dizer o que diz. Quando a sua vida está num lugar de profunda perda e o mundo parece o inferno, dá-lhe meios para percorrer o caminho de volta a si mesmo.
Megan Devine aborda a dor que as pessoas enlutadas carregam (adicionada à dor da perda), de serem julgadas, despedidas ou mal-entendidas e contesta a ideia estabelecida de que deve regressar o mais rapidamente possível a uma vida «normal» e «feliz», substituindo-a por um caminho intermédio, muito mais saudável, que nos convida a caminhar lado a lado com a dor, em vez de procurar ultrapassá-la.
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