Pegadas na areia
por Graça de Sousa
Idioma: PortuguêsPaís: PortugalPublicação: Lisboa : Chiado Books, 2021Descrição: 300 p.ISBN: 9789893714720Resumo: Romance com título metafórico. Na realidade, trata de, marcas da alma de quem se viu brutalmente desprovido de uma das maiores referências do Homem, obtida, não só à nascença, mas ao longo da vida, a nacionalidade. A nacionalidade no sentido mais íntimo do termo, a que nasce da ligação genuína com uma terra. Essas marcas invisíveis não se apagam por mais fortes que sejam os ventos da história tal como “apagar as pegadas na areia, não impedirá que tenham existido”. Quando o chamamento da terra é tão forte quanto a dor da separação, será possível encontrar o apaziguamento que permita aligeirar as marcas da alma? Será possível continuar a viver, e a sonhar, mesmo amputado de parte importante da própria identidade?Assunto - Forma: Contracapa - sinopse| Imagem da capa | Tipo de documento | Biblioteca | Biblioteca de inscrição | Coleção | Localização | Cota | Materiais especificados | Informação volume | URL | Número de cópia | Estado | Notas | Data de devolução | Código de barras | Reservas | Prioridade da lista de reserva | Reservas de curso | |
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Livro
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Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | 8LP(673)-3 Sou (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | E00301067052 |
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| 8LP(673)-3 Rui Memória de ar | 8LP(673)-3 Sou A valsinha | 8LP(673)-3 Sou A valsinha | 8LP(673)-3 Sou Pegadas na areia | 8LP(673)-3 Tav Os olhos do homem que chorava no rio | 8LP(673)-3 Van Dibundu | 8LP(673)-3 Van Estórias antigas |
Romance com título metafórico. Na realidade, trata de, marcas da alma de quem se viu brutalmente desprovido de uma das maiores referências do Homem, obtida, não só à nascença, mas ao longo da vida, a nacionalidade. A nacionalidade no sentido mais íntimo do termo, a que nasce da ligação genuína com uma terra. Essas marcas invisíveis não se apagam por mais fortes que sejam os ventos da história tal como “apagar as pegadas na areia, não impedirá que tenham existido”. Quando o chamamento da terra é tão forte quanto a dor da separação, será possível encontrar o apaziguamento que permita aligeirar as marcas da alma? Será possível continuar a viver, e a sonhar, mesmo amputado de parte importante da própria identidade?
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