Beijos de chuva gotejam na arcada
por António Cordeiro da Cunha
Idioma: PortuguêsPaís: PortugalPublicação: Lisboa : Chiado Editora, 2015Descrição: 484 p.ISBN: 9789895147274Coleção: Viagens na ficçãoResumo: Vivaldo abstraía-se do mundo que o rodeava, apostado em congeminar a fuga com que tantas vezes sonhara. O objectivo era livrar-se da pesada cruz que trazia às costas. Numa daquelas manhãs que acordam cedo, galgou o muro, escorregou e caiu desemparado do outro lado do quintal. Arfante, olhou em volta, escutou o marulhar líquido da cachoeira que se arrojava nos rochedos, e sossegou por momentos, dorido pela angústia de perder o colo terno e amigo de Cidalinha. A vida passou a ser um exercício de passos perdidos, até que, à descoberta de fortuna, apertou a mão de Marinela e ecoaram marés vivas, mistérios, fantasias, sorrisos entrincheirados no beijo que trocaram… e a primavera começou a andar por aí. Em Vivaldo passaram a conviver personagens que ora se amavam, ora se odiavam mas a esperança nunca ficou em pedaços! Já bastam os que não conseguem apanhar o trem da felicidade, por muito que se esforcem. A vida é assim!Assunto - Forma: Capa -- Azul | Lombada -- Azul | Contracapa - sinopse| Imagem da capa | Tipo de documento | Biblioteca | Biblioteca de inscrição | Coleção | Localização | Cota | Materiais especificados | Informação volume | URL | Número de cópia | Estado | Notas | Data de devolução | Código de barras | Reservas | Prioridade da lista de reserva | Reservas de curso | |
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Livro
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Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | 8LP-3 Cun (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | E00301054712 |
A ver as prateleiras de Portimão,Localização na prateleira: Biblioteca Portimão Fechar navegador de prateleira (Fechar visualizador de prateleira)
| 8LP-3 Cun Nenúfar no charco | 8LP-3 Cun Relva verde para Cláudio | 8LP-3 Cun Vavó linda | 8LP-3 Cun Beijos de chuva gotejam na arcada | 8LP-3 Cun Sonhos de Luluango | 8LP-3 Cun Aventuras de um Títere | 8LP-3 Cun O gato branco como a neve |
Vivaldo abstraía-se do mundo que o rodeava, apostado em congeminar a fuga com que tantas vezes sonhara.
O objectivo era livrar-se da pesada cruz que trazia às costas.
Numa daquelas manhãs que acordam cedo, galgou o muro, escorregou e caiu desemparado do outro lado do quintal.
Arfante, olhou em volta, escutou o marulhar líquido da cachoeira que se arrojava nos rochedos, e sossegou por momentos, dorido pela angústia de perder o colo terno e amigo de Cidalinha.
A vida passou a ser um exercício de passos perdidos, até que, à descoberta de fortuna, apertou a mão de Marinela e ecoaram marés vivas, mistérios, fantasias, sorrisos entrincheirados no beijo que trocaram… e a primavera começou a andar por aí. Em Vivaldo passaram a conviver personagens que ora se amavam, ora se odiavam mas a esperança nunca ficou em pedaços!
Já bastam os que não conseguem apanhar o trem da felicidade, por muito que se esforcem. A vida é assim!
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