D. Amélia de Orleans : a benemérita, 1865-1951
por Teresa Maria Sousa Nunes
Idioma: PortuguêsPaís: PortugalPublicação: Vila do Conde : Quidnovi, D.L. 2011Descrição: 94, [1] p., [8] p. il. : il. color., fot.ISBN: 9789895547968Coleção: Rainhas e Infantas e PortugalResumo: D. Amélia, primogénita dos condes de Paris, Filipe de Orleans, herdeiro do trono francês e de Isabel de Orleans Montpensier, tornou-se princesa da Casa Real portuguesa pelo casamento com o herdeiro da mesma. Enquanto rainha, D. Amélia teve a oportunidade de reforçar a ação assistencial iniciada enquanto princesa, em particular na proteção à infância, e de expandir as áreas da sua influências aos domínios cultural e patrimonial, onde deixou um legado indelével. Sobreviveu ao regicídio de 1908 e, consciente do seu significado, empenhou-se no fortalecimento da imagem interna e externa de D. Manuel II, num esforço frustrado pela revolução de outubro de 1910, que a levou ao exílio, em França , onde morreu| Imagem da capa | Tipo de documento | Biblioteca | Biblioteca de inscrição | Coleção | Localização | Cota | Materiais especificados | Informação volume | URL | Número de cópia | Estado | Notas | Data de devolução | Código de barras | Reservas | Prioridade da lista de reserva | Reservas de curso | |
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Livro
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Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | 92Amé Nun (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | E00301064338 |
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| 92AlC McD Al Capone e o seu gang | 92Ale Mac O mundo no tempo de Alexandre, o Grande | 92Álv His Nun'Álvares Pereira | 92Amé Nun D. Amélia de Orleans, a benemérita, 1865-1951 | 92And Ama A minha primeira Sophia | 92And Lim I Sophia, a menina do mar | 92Âng Alm Carolina Beatriz Ângelo, um pequeno grande gesto de coragem |
D. Amélia, primogénita dos condes de Paris, Filipe de Orleans, herdeiro do trono francês e de Isabel de Orleans Montpensier, tornou-se princesa da
Casa Real portuguesa pelo casamento com o herdeiro da mesma. Enquanto rainha, D. Amélia teve a oportunidade de reforçar a ação assistencial iniciada enquanto princesa, em particular na proteção à infância, e de expandir as áreas da sua influências aos domínios cultural e patrimonial, onde deixou um legado indelével. Sobreviveu ao regicídio de 1908 e, consciente do seu significado, empenhou-se no fortalecimento da imagem interna e externa de D. Manuel II, num esforço frustrado pela revolução de outubro de 1910, que a levou ao exílio, em França , onde morreu
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