D. Brites : mulher de ferro, 1429-1506
por Maria Odete Sequeira Martins
Idioma: PortuguêsPaís: PortugalPublicação: Vila do Conde : Quidnovi, D.L. 2011Descrição: 94, [1] p., [8] p. il. : il. color., fot.ISBN: 9789895547890Coleção: Rainhas e Infantas de PortugalResumo: Simultaneamente descendente do rei de Boa Memória e do seu condestável , D. Nuno Álvares Pereira, a infanta D. Brites, duquesa de Viseu e duquesa de Beja foi um dos rostos mais visíveis do poder feminino do século XV, em Portugal. Geriu habilmente os seus domínios, cujo património rivalizava com a própria Casa Real; negociou, com sucesso, a paz com Isabel, a Católica, permitindo a assinatura do Tratado de Alcáçovas-Toledo, que decidiria a partilha do mar-oceano, entre os dois Reinos; foi a voz e os braços dos Grandes, assumindo-se como verdadeira matriarca da família alargada, que incluía os Bragança, no conflito que a opôs a D. João II, e que culminaria com a ascenção ao trono de seu filho D. Manuel.| Imagem da capa | Tipo de documento | Biblioteca | Biblioteca de inscrição | Coleção | Localização | Cota | Materiais especificados | Informação volume | URL | Número de cópia | Estado | Notas | Data de devolução | Código de barras | Reservas | Prioridade da lista de reserva | Reservas de curso | |
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Livro
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Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | 92Bri Mar (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | E00301064337 |
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Simultaneamente descendente do rei de Boa Memória e do seu condestável , D. Nuno Álvares Pereira, a infanta D. Brites, duquesa de Viseu e duquesa de Beja foi um dos rostos mais visíveis do poder feminino do século XV, em Portugal. Geriu habilmente os seus domínios, cujo património rivalizava com a própria Casa Real; negociou, com sucesso, a paz com Isabel, a Católica, permitindo a assinatura do Tratado de Alcáçovas-Toledo, que decidiria a partilha do mar-oceano, entre os dois Reinos; foi a voz e os braços dos Grandes, assumindo-se como verdadeira matriarca da família alargada, que incluía os Bragança, no conflito que a opôs a D. João II, e que culminaria com a ascenção ao trono de seu filho D. Manuel.
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