História de uma baleia branca
por Luis Sepúlveda ; il. Paulo Galindro ; trad. Helena Pitta
Cabeçalho convencional uniforme: Plano Nacional de LeituraVariant Title:- Historia de una ballena blanca
| Imagem da capa | Tipo de documento | Biblioteca | Biblioteca de inscrição | Coleção | Localização | Cota | Materiais especificados | Informação volume | URL | Número de cópia | Estado | Notas | Data de devolução | Código de barras | Reservas | Prioridade da lista de reserva | Reservas de curso | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
Livro
|
Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | 8C Sep (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | E00301067763 | |||||||||||||
Livro
|
Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | 8C Sep (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | E00301063276 |
A ver as prateleiras de Portimão,Localização na prateleira: Biblioteca Portimão Fechar navegador de prateleira (Fechar visualizador de prateleira)
Foram sempre eles, os baleeiros, a contar a história da temida baleia branca, mas agora é chegado o momento de ouvirmos a sua voz na velha língua do mar. De uma concha apanhada por uma criança numa praia chilena, ao Sul do Mundo, uma voz se eleva, cheia de lembranças e sabedoria. É a voz da baleia branca, o mítico animal que durante décadas tem guardado as águas que separam a costa de uma ilha sagrada para os povos nativos daquele lugar, o Povo do Mar. O cachalote da cor da lua, a maior das criaturas do oceano, conheceu a imensa solidão e a imensa profundidade do abismo e dedicou a sua vida a cumprir fielmente a tarefa misteriosa que lhe foi confiada por um cachalote ancião, resultado de um pacto há muito tempo estabelecido entre baleias e marinheiros. Para cumpri-lo, a grande baleia branca teve de proteger aquele mar de outros homens, estranhos, que com os seus navios ali chegavam para tirar tudo sem respeitar nada
Não há comentários disponíveis sobre este título.
