A quinta essência : romance
por Agustina Bessa-Luís
Idioma: PortuguêsPaís: PortugalPublicação: Lisboa : Guimarães Editora, 1999Descrição: 374 p.ISBN: 9726654270Resumo: O romance tem em Macau o "centro inacabado duma epopeia". Começa no Porto à casa dos Pessanha, na Rua dos Mártires, com o seu jardim de japoneiras, que foi ocupada a seguir à revolução de Abril, tinha José Carlos Pessanha, de quem o livro trata, 17 anos. Zé Carlos Pessanha, depois Fernandes, depois Pastor, da parte dos avós, vamos encontrá-lo mais tarde "adaptado ao regime novo, democrático, ateu e competitivo" até à epopeia que o levará ao Oriente e a Macau. "Apesar destes sintomas da loucura que Macau dava a muitas pessoas que aí tinham vivido, José Carlos não pensava em voltar para Portugal. Tinham passado dez anos desde a chegada dele, e a cidade transformara-se. Tinham-se feito grandes obras e preparado o lugar para a festa da despedida. Mas o português nunca se despede. Considera de mau presságio despedir-se e diz apenas "até à vista", com um pouco de amargura e de satisfação, pensando que tantas coisas lhe serão poupadas se tiver de tomar outro rumo."| Imagem da capa | Tipo de documento | Biblioteca | Biblioteca de inscrição | Coleção | Localização | Cota | Materiais especificados | Informação volume | URL | Número de cópia | Estado | Notas | Data de devolução | Código de barras | Reservas | Prioridade da lista de reserva | Reservas de curso | |
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Livro
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Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | 8LP-3 Luí (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | Sem mensagem | E00301011368 |
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| 8LP-3 Luí A corte do norte | 8LP-3 Luí O mosteiro | 8LP-3 Luí Os meninos de ouro | 8LP-3 Luí A quinta essência, romance | 8LP-3 Luí A sibila | 8LP-3 Luí Um cão que sonha | 8LP-3 Luí A dança das espadas |
O romance tem em Macau o "centro inacabado duma epopeia". Começa no Porto à casa dos Pessanha, na Rua dos Mártires, com o seu jardim de japoneiras, que foi ocupada a seguir à revolução de Abril, tinha José Carlos Pessanha, de quem o livro trata, 17 anos. Zé Carlos Pessanha, depois Fernandes, depois Pastor, da parte dos avós, vamos encontrá-lo mais tarde "adaptado ao regime novo, democrático, ateu e competitivo" até à epopeia que o levará ao Oriente e a Macau. "Apesar destes sintomas da loucura que Macau dava a muitas pessoas que aí tinham vivido, José Carlos não pensava em voltar para Portugal. Tinham passado dez anos desde a chegada dele, e a cidade transformara-se. Tinham-se feito grandes obras e preparado o lugar para a festa da despedida. Mas o português nunca se despede. Considera de mau presságio despedir-se e diz apenas "até à vista", com um pouco de amargura e de satisfação, pensando que tantas coisas lhe serão poupadas se tiver de tomar outro rumo."
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