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África onde sempre esgaravatamos

por Ana Filomena Amaral
Autor principal: Amaral, Ana Filomena, 1961- Idioma: PortuguêsPaís: PortugalPublicação: Lisboa, São Paulo : Astrolábio, 2024Descrição: 122, [2] p.ISBN: 9789893773550Resumo: «De facto, é através deste contar de histórias, tão singelo quanto complexo, na exigência de ser simultaneamente curto e exemplar, que Ana Filomena Amaral esgaravata, construindo-a, uma África imaginada nas vozes de animais que assistem, atónitos, aos desmandos de outros animais - os humanos. Estes esgaravatam, revolvem, corroem, exploram, dominam, vendem, corrompem, matam as entranhas de um continente que, a abrir cada fábula, se apresenta poeticamente através de uma voz feminina. É assinalável a beleza e a densidade lírica desta voz, que perpassa as narrativas e as interliga num todo, dando corpo à terra, à natureza, à energia vital, ao pulsar arquetípico e presente desta África imaginada e convocada num feminino sensível, emotivo, sensual e vibrante. Ana Filomena Amaral funde com delicadeza e força descrição e narração, vozes múltiplas, personagens vivas, elas próprias, tantas vezes, contadoras de histórias dentro da história. Trata-se de um resgate dos silenciados, das vítimas e dos resistentes à exploração colonial passada e presente da África esventrada, violentada, explorada. Manobrando habilmente informação, pesquisa histórica e mítica, e trabalho estético sobre a palavra, a autora retoma a missão de denúncia dos seus outros trabalhos, fundindo raiva com tristeza, mas conferindo às suas personagens, na constante pureza e verdade dos seus discursos o protagonismo de uma esperança inabalável. que esta nunca se perca.» Assunto - Forma: Contracapa - Sinopse
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«De facto, é através deste contar de histórias, tão singelo quanto complexo, na exigência de ser simultaneamente curto e exemplar, que Ana Filomena Amaral esgaravata, construindo-a, uma África imaginada nas vozes de animais que assistem, atónitos, aos desmandos de outros animais - os humanos. Estes esgaravatam, revolvem, corroem, exploram, dominam, vendem, corrompem, matam as entranhas de um continente que, a abrir cada fábula, se apresenta poeticamente através de uma voz feminina. É assinalável a beleza e a densidade lírica desta voz, que perpassa as narrativas e as interliga num todo, dando corpo à terra, à natureza, à energia vital, ao pulsar arquetípico e presente desta África imaginada e convocada num feminino sensível, emotivo, sensual e vibrante.
Ana Filomena Amaral funde com delicadeza e força descrição e narração, vozes múltiplas, personagens vivas, elas próprias, tantas vezes, contadoras de histórias dentro da história. Trata-se de um resgate dos silenciados, das vítimas e dos resistentes à exploração colonial passada e presente da África esventrada, violentada, explorada. Manobrando habilmente informação, pesquisa histórica e mítica, e trabalho estético sobre a palavra, a autora retoma a missão de denúncia dos seus outros trabalhos, fundindo raiva com tristeza, mas conferindo às suas personagens, na constante pureza e verdade dos seus discursos o protagonismo de uma esperança inabalável. que esta nunca se perca.»

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