Camões : por cantos nunca dantes navegados
por Nuno Júdice
Cabeçalho convencional uniforme: Plano Nacional de Leitura, 2020Idioma: PortuguêsPaís: PortugalPublicação: Lisboa : Sibila, 2019Descrição: [12],127,[1] p.ISBN: 9789895436743Coleção: Coisas que ficam, 3Resumo: Neste conjunto de ensaios que se lê como um longo e luminoso poema ou como um fascinante passeio de surpreendentes descobertas através de um jardim que julgávamos já conhecido, Nuno Júdice liberta Camões da sua mudez de estátua patriótica e conduz-nos, verso a verso, à compreensão da poética, das influências, do pensamento sobre o amor, a morte, o país e o mundo que enforma a sua singularíssima obra, destruindo o mito de um Camões lírico e fácil, a que se oporia um outro épico e «difícil». É a máquina do mundo camoniana que subitamente neste livro se nos revela em todo o seu múltiplo esplendor. Traçando o historial da receção crítica do poeta, sublinhando que «o ponto em que Camões mais sofreu foi, por razões de conjuntura histórica, a sua recuperação ideológica em momentos vários», e desbravando cada um desses momentos com o seu respectivo cortejo de ideias feitas (e falsas), Júdice incita-nos à releitura da sua inesgotável poesia.Assunto - Nome comum: Ensaios Recursos em linha:Plano Nacional de Leitura Lista(s) em que este item aparece: PNL - Leitura Mediana 15-18 anos | PNL - Leitura Fluente 15-18 anos | PNL - Leitura Mediana - Maiores de 18 anos | PNL - Leitura Fluente - Maiores de 18 anos| Imagem da capa | Tipo de documento | Biblioteca | Biblioteca de inscrição | Coleção | Localização | Cota | Materiais especificados | Informação volume | URL | Número de cópia | Estado | Notas | Data de devolução | Código de barras | Reservas | Prioridade da lista de reserva | Reservas de curso | |
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Livro
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Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | FL 8JÚDICE 8LPCamões.09 (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | E00301067679 |
Neste conjunto de ensaios que se lê como um longo e luminoso poema ou como um fascinante passeio de surpreendentes descobertas através de um jardim que julgávamos já conhecido, Nuno Júdice liberta Camões da sua mudez de estátua patriótica e conduz-nos, verso a verso, à compreensão da poética, das influências, do pensamento sobre o amor, a morte, o país e o mundo que enforma a sua singularíssima obra, destruindo o mito de um Camões lírico e fácil, a que se oporia um outro épico e «difícil». É a máquina do mundo camoniana que subitamente neste livro se nos revela em todo o seu múltiplo esplendor.
Traçando o historial da receção crítica do poeta, sublinhando que «o ponto em que Camões mais sofreu foi, por razões de conjuntura histórica, a sua recuperação ideológica em momentos vários», e desbravando cada um desses momentos com o seu respectivo cortejo de ideias feitas (e falsas), Júdice incita-nos à releitura da sua inesgotável poesia.
Prémio de Ensaio Jacinto do Prado Coelho
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