Era duas vezes o barão Lamberto : ou o mistério da Ilha de S. Giulio
por Gianni Rodari ; il. Javier Zabala ; trad. Pia Mastragelo e Tiago Cassola
Cabeçalho convencional uniforme: Plano Nacional de LeituraVariant Title:- C'era due volte il barone Lamberto
| Imagem da capa | Tipo de documento | Biblioteca | Biblioteca de inscrição | Coleção | Localização | Cota | Materiais especificados | Informação volume | URL | Número de cópia | Estado | Notas | Data de devolução | Código de barras | Reservas | Prioridade da lista de reserva | Reservas de curso | |
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Livro
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Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | 8C Rod (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | E00301066039 |
"Era duas vezes o barão Lamberto" é uma obra divertida e disparatada onde, ao longo de doze capítulos e um epílogo, têm lugar as peripécias de um velho e endinheirado senhor aristocrata que, graças a um remédio egípcio muito antigo, vê a sua saúde melhorar consideravelmente, entre outros efeitos surpreendentes. Trata-se aqui de um texto com elaborada estrutura narrativa, plena de pontos de inflexão que introduzem novas personagens e tramas que contribuem para manter desperta a atenção e a curiosidade do leitor. A naturalidade e a fluidez do estilo, a precisão na descrição dos lugares e a riqueza lexical fazem com que nos questionemos se estamos perante uma história real ou fictícia; ao mesmo tempo que demonstra até que ponto Rodari é capaz de nos transportar apenas com a imaginação. De destacar ainda é também o humor inteligente, patente nos jogos de palavras, nos diálogos surrealistas e nos recursos provenientes da literatura do absurdo que nos colocam perante uma prosa deveras brilhante.
Em consonância com o seu compromisso social, Rodari também introduz nesta obra reflexões éticas sobre temas como o materialismo, a maldade, os direitos dos trabalhadores ou o sensacionalismo informativo. E isto porque a sua finalidade primordial enquanto escritor consistia precisamente em reivindicar o inconformismo, a rebeldia e inclusivamente a liberdade do próprio público para pôr em causa o fio da narrativa.
Ao mesmo tempo, as ilustrações de Javier Zabala são cúmplices desse tom humorístico, não só pelos seus traços irregulares e esboçados, como também pelas suas cenas abertas à fantasia e algum simbolismo.
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