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Amanhã quando romper o dia

por Barata Dias
Autor principal: Dias, Barata, 18-- Idioma: PortuguêsPaís: PortugalPublicação: [Lisboa] : A bela e o monstro : Rapsódia final : Público, cop. 2023Descrição: 266, [1] p.ISBN: 9789899131200Coleção: Biblioteca da censura, 16Resumo: Este romance foi alvo de busca e apreensão, no estabelecimento da Firma, Casa Travassos Lda, em Lisboa, pela Direção dos Serviços de Censura da Polícia Internacional e de Defesa do Estado (P.I.D.E.), em 1947. O censor não argumentou, limitando-se a constatar a apreensão: “Aos vinte e nove dias do mês de Janeiro do ano de mil novecentos e quarenta e sete,..., por determinação superior apreender todos os exemplares do livro "Amanhã, quando romper o dia", da autoria de Barata Dias. E dando inicio à diligência na presença do gerente da firma,... foi apreendido o seguinte: Um exemplar do referido livro, que mandou conduzir para esta Directoria. E nada mais havendo a tratar deu a apreensão por finda... ratificaram e vão assinar com ele apreensor e comigo escrivão que o dactilografei e dou minha fé que tudo se passou na verdade conforme neste auto fica referido”. Atualmente este autor é considerado um "pensador libertário". No romance dá-se a conhecer a infância dura da época e o testemunho de vidas miseráveis. A vincada vertente ideológica não passa a leste. «Os exploradores dos fracos chegam a ter a petulância de dizer que dão o pão a quem para eles trabalha. Mas um explorador nunca deu nada!» Há uma referência aos lucros que os bancos querem fazer à conta do trabalho exploratório. A vida vai mudar de rumo! Quando romper o dia! Assunto - Forma: Capa -- Castanha -- Vermeha | Lombada -- Castanha
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Livro Portimão Portimão Biblioteca Portimão 8LP-3 Dia (Ver prateleira(Abre abaixo)) Disponível E00301068976
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Reprodução facsimilada. Originariamente publicada: Lisboa: Composto e Impresso Gráfica Santelmo, 1946.

Este romance foi alvo de busca e apreensão, no estabelecimento da Firma, Casa Travassos Lda, em Lisboa, pela Direção dos Serviços de Censura da Polícia Internacional e de Defesa do Estado (P.I.D.E.), em 1947. O censor não argumentou, limitando-se a constatar a apreensão: “Aos vinte e nove dias do mês de Janeiro do ano de mil novecentos e quarenta e sete,..., por determinação superior apreender todos os exemplares do livro "Amanhã, quando romper o dia", da autoria de Barata Dias. E dando inicio à diligência na presença do gerente da firma,... foi apreendido o seguinte: Um exemplar do referido livro, que mandou conduzir para esta Directoria. E nada mais havendo a tratar deu a apreensão por finda... ratificaram e vão assinar com ele apreensor e comigo escrivão que o dactilografei e dou minha fé que tudo se passou na verdade conforme neste auto fica referido”.
Atualmente este autor é considerado um "pensador libertário". No romance dá-se a conhecer a infância dura da época e o testemunho de vidas miseráveis. A vincada vertente ideológica não passa a leste. «Os exploradores dos fracos chegam a ter a petulância de dizer que dão o pão a quem para eles trabalha. Mas um explorador nunca deu nada!»
Há uma referência aos lucros que os bancos querem fazer à conta do trabalho exploratório. A vida vai mudar de rumo! Quando romper o dia!

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