Fronteiras perdidas : contos para viajar

por José Eduardo Agualusa
Autor principal: Agualusa, José Eduardo, 1960- Cabeçalho convencional uniforme: Plano Nacional de LeituraIdioma: PortuguêsPaís: PortugalPublicação: Lisboa, 1999Descrição: 118 p.ISBN: 9722015931Resumo: Um morto da guerra descansa numa caneca de leite, a meio da noite, em Luanda. Está um passageiro transformado em serpente no lavabo de um avião. Um elevador, no Recife, foi desviado para Cuba por alturas do quarto andar. Um hotel em que alguém afirma que dormiu está abandonado há anos. E Plácido Domingo contempla o rio, em Corumbá. O sonho, o delírio, a vergonha, a fé, a pele, a memória, o feitiço, o nome, o ódio e a entrega são territórios de exílio e, nessa condição, lugares de morança. Misturam-se com uma fluidez voraz: são fronteiras perdidas, linhas de vida de outra maneira, um catálogo de paisagens oníricas. Histórias que não são visíveis mas são visitáveis. Este livro é um caminho para elas e encerra pequenas sabedorias, sendo a maior: não existem sítios, apenas posições. E como diz um dos percursos: «Não há mais lugar de origem»Recursos em linha:Plano Nacional de Leitura Lista(s) em que este item aparece: PNL - Leitura Fluente 15-18 anos | PNL - Leitura Fluente - Maiores de 18 anos
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Um morto da guerra descansa numa caneca de leite, a meio da noite, em Luanda. Está um passageiro transformado em serpente no lavabo de um avião. Um elevador, no Recife, foi desviado para Cuba por alturas do quarto andar. Um hotel em que alguém afirma que dormiu está abandonado há anos. E Plácido Domingo contempla o rio, em Corumbá. O sonho, o delírio, a vergonha, a fé, a pele, a memória, o feitiço, o nome, o ódio e a entrega são territórios de exílio e, nessa condição, lugares de morança. Misturam-se com uma fluidez voraz: são fronteiras perdidas, linhas de vida de outra maneira, um catálogo de paisagens oníricas. Histórias que não são visíveis mas são visitáveis. Este livro é um caminho para elas e encerra pequenas sabedorias, sendo a maior: não existem sítios, apenas posições. E como diz um dos percursos: «Não há mais lugar de origem»

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