Estamos no vento : narrativa literário-sociológica
por Fernando Namora
Idioma: PortuguêsPaís: PortugalPublicação: Lisboa : Círculo de Leitores, D. L. 1998Descrição: 243 p.ISBN: 972421754XColeção: Obras de Fernando Namora, 20Resumo: "Que sabem os citadinos do que vai mudando nos antigos degredos do seu país. Dos campónios de há anos atrás, da sociedade feudal a que aportei há três décadas, que resta. (...). Os monsantinos de hoje são franceses, alemães, lisboetas, canadianos, de lá trazem os costumes que estão a enterrar os herdados mas antes de aqueles lhe terem entrado na alma. Uma noite por outra ainda ouço no meu quintal o eco bárbaro dos adufes, que as últimas velhas de Monsanto fazem soar, mas este povo deixou de criar uma dança, uma canção. O que cantam, o que dançam é o que ouvem e vêem na TV. Perdem as raízes mas ainda não tomaram consciência das asas. No entanto, não se resignaram nem abdicaram, e isso, para já, é o que importa.” Fernando Namora| Imagem da capa | Tipo de documento | Biblioteca | Biblioteca de inscrição | Coleção | Localização | Cota | Materiais especificados | Informação volume | URL | Número de cópia | Estado | Notas | Data de devolução | Código de barras | Reservas | Prioridade da lista de reserva | Reservas de curso | |
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Livro
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Portimão | Portimão Biblioteca Portimão | 8LP-4 Nam (Ver prateleira(Abre abaixo)) | Disponível | Sem mensagem | E00301037277 |
"Que sabem os citadinos do que vai mudando nos antigos degredos do seu país. Dos campónios de há anos atrás, da sociedade feudal a que aportei há três décadas, que resta. (...). Os monsantinos de hoje são franceses, alemães, lisboetas, canadianos, de lá trazem os costumes que estão a enterrar os herdados mas antes de aqueles lhe terem entrado na alma. Uma noite por outra ainda ouço no meu quintal o eco bárbaro dos adufes, que as últimas velhas de Monsanto fazem soar, mas este povo deixou de criar uma dança, uma canção. O que cantam, o que dançam é o que ouvem e vêem na TV. Perdem as raízes mas ainda não tomaram consciência das asas. No entanto, não se resignaram nem abdicaram, e isso, para já, é o que importa.” Fernando Namora
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